Monthly Archives: April 2010

Fotos raras de gente famosa

Marlon Brando

1º –  Marlon Brando. É ou não é um catlover?

Alfred Hitchcock and his kids

2º –  Alfred Hitchcock e seus filhos. Se não fosse inusitado eu diria que é cinema!

Marilyn Monroe in 1946

3º – Marilyn Monroe em 1946. Sem palavras…

Stanley Kubrick

4º – Stanley Kubrick em “2001”. Um gênio.

Elizabeth Taylor

5º – Elizabeth Taylor. Qual das duas é mais gata?

Ufa, foi difícil escolher as minhas “Top 5″ desta galeria de 125 fotos de gente famosa.

A história das coisas

A História das Coisas é um curta de 20 minutos que leva os espectadores a abrir os olhos sobre os custos reais da nossa cultura de consumo.

Annie Leonard, uma ativista que passou os últimos 10 anos viajando pelo mundo e luta contra as ameaças ambientais, examina os custos reais da extração, produção, distribuição, consumo e descarte, e ela isola o momento histórico em que a mania de consumo começou.

A inspiração de Leonard para o filme começou como um devaneio pessoal sobre a questão “De onde é que todas as coisas que compramos vem e para onde tudo isso vai quando jogamos fora?”. Ela viajou o mundo em busca de respostas para esta aparentemente inocente questão, e o que ela encontrou ao longo do caminho foram alguns participantes muito culpados e suas vítimas infelizes.

Quando for comprar algum produto observe a sua etiqueta e descubra em que país ele foi fabricado. Qual é a história deste produto?

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Colhido em: Coletivo Verde

Santa Catarina: Terra de Contrastes

farra-do-boi

Hoje é dia de Páscoa e os turistas que visitam Santa Catarina, principalmente durante este feriado, talvez não saibam que além das belezas naturais que o Estado oferece, nosso povo oferece também um espetáculo bárbaro mantido pela ignorância de alguns descendentes de açorianos: a Farra do Boi. O que hoje é chamada por alguns de “brincadeira” é a perseguição, tortura e mutilação de bois, e os que praticam estes atos são em sua maioria pessoas alcoolizadas. Esta crueldade com os animais ocorre com mais frequência na época da Quaresma, culminando na sexta-feira Santa, mas algumas comunidades celebram casamentos, aniversários, jogos de futebol e outras festas especiais juntamente com esta selvageria.

Antes do evento, o boi (sem procedência) é confinado sem alimento por vários dias. Os farristas aumentam o desespero do animal colocando comida e água num local onde ele possa ver, mas não possa alcançar. Escolhido o lugar, geralmente mangueirões escondidos, chácaras privadas ou até mesmo em vias públicas, o boi é solto e perseguido pelos “farristas” (homens, mulheres e crianças), que carregam pedaços de pau, facas, lanças de bambu, cordas, chicotes e pedras. Eles perseguem o boi estressado e mutilado que, no desespero de fugir, corre em direção ao mar, onde acaba se afogando; ou em direção às vilas, podendo invadir casas, hotéis ou qualquer lugar onde o animal agonizado possa se abrigar. Quando isso acontece, é comum pessoas serem feridas e terem danos materiais.

A farra do boi é crime em todo o território brasileiro. Em 1998 foi promulgada a Lei Federal nº 9.605/98, em que a farra do boi foi proibida e criminalizada. Mas apesar da proibição, todos os anos centenas de bois são torturados e mortos em diversas comunidades de Santa Catarina, principalmente na região litorânea do Estado, em especial a cidade de Governador Celso Ramos, que em 2007 elaborou um projeto de lei regularizando a prática e a enquadrando como patrimônio cultural do município. Não por intervenção divina, mas por um ato de pura racionalidade, no mesmo ano o Pleno do Tribunal de Justiça deferiu o pedido de liminar requerido pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e suspendeu a aplicação desta Lei Municipal nº 542/2007, que regulamentava a “brincadeira do boi” no município. Mas ainda hoje estes crimes acontecem nesta cidade aonde hotéis de luxo e famosos resorts internacionais se instalaram: somente neste ano ocorreram mais de 47 denúncias contra a farra do boi. E não é somente no município de Governador Celso Ramos que ocorre esta lamentável prática. Em outras cidades litorâneas de Santa Catarina como em Itajaí e Florianópolis também há quem pratique esta violência contra os animais, principalmente nas praias do norte da capital.

Mas por que este pseudo ritual ainda existe? Há aqueles que dizem que esta é uma “velhíssima tradição, que tem milênios de existência”, sendo um elemento da cultura popular de Santa Catarina e trazida ao Brasil por açorianos há 200 anos, numa conotação simbólica-religiosa referente à Paixão de Cristo, onde o boi faria o papel de Judas. Entretanto, existem controvérsias quanto as semelhanças da prática em relação à sua origem e até mesmo seus defensores não conseguem manter um argumento, além deste que é manter uma “tradição açoriana”.

O que fazer? Conscientize as pessoas deste crime; participe de debates; denuncie, chame a polícia; fotografe e/ou filme os animais e as pessoas antes, durante e depois da farra – provas e documentos são fundamentais para combater transgressões; escreva para as autoridades uma mensagem de repúdio à farra do boi em Santa Catarina. E informe que deixará de viajar para o Estado e para os municípios citados acima por reconhecer que a farra do foi não está sendo combatida com rigor.

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Colhido em: pea.org; World Society for the Protection of Animals